Segunda-feira, 29 de Outubro de 2007

Mundinho de fantasia

Vi hoje um videoclip que já não via há imenso tempo e que adoro. É o The Joker do Fat Boy Slim. A música não é nada transcendental, mas o videoclip é um espectáculo. Gosto particularmente do polícia, dos trolhas e do sem-abrigo, mas a minha cena preferida é quando eles vão comprar catnip (erva para gatos). Aqui fica:

http://www.youtube.com/watch?v=Xgk9ouBuj-4

publicado por bonecatenebrosa às 14:40
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Quinta-feira, 4 de Outubro de 2007

Continua a saga da bichanada

Bem, encontrei estes anúncios da Whiskas e, mais uma vez, achei que devia partilhá-los. No primeiro, o rato está a habilitar-se e no segundo lixa-se mesmo. O terceiro é fofinho e carinhoso.

http://www.youtube.com/watch?v=NX22Co8bAVg&mode=related&search=

http://www.youtube.com/watch?v=EM4UH1ogC7k&mode=related&search=

http://www.youtube.com/watch?v=qfmjCNnsUbE

publicado por bonecatenebrosa às 21:50
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Segunda-feira, 1 de Outubro de 2007

A minha vida e os gatos

Encontrei no blog da himitsu (http://hinata.blogs.sapo.pt/) um link para uma página perfeitamente adorável e faço questão de contribuir para a sua divulgação. Aqui fica:

http://www.catish.com.pt/funny/inicio.htm

Sim, eu sou daquelas pessoas que adora gatos. Sim, quando vou a casa de alguém que tenha gatos, perco a cabeça de volta deles e acho piada a praticamente tudo o que fazem, apesar de às vezes eles não me ligarem absolutamente nada.Sim, eu paro no meio da rua quando vejo um gato e começo a fazer "pssst, bichaninho" até ele olhar para mim com aquele ar de quem diz "sim, eu sei que sou giro, agora para de me chatear". Aliás, isto já me causou alguns dissabores porque uma vez ia um senhor indiano a passar e, pela maneira como ficou a olhar para mim, deve ter achado que eu estava a bichanar para ele.  É uma questão de personalidade (dos gatos, não do senhor indiano).

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publicado por bonecatenebrosa às 23:33
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Sexta-feira, 13 de Julho de 2007

6.ª Sobrenatural - "Sacerdotisa do Nilo"

"Nas margens do Nilo, perto de um antigo templo construído em honra do Deus Osíris pelo faraó Seti I, vive uma inglesa idosa, de nome Dorothy Eady, considerada morta aos 3 anos de idade, que está profundamente convencida de que renasceu como uma sacerdotisa egípcia.

Dorothy nasceu em 1903 no seio de uma família abastada de Londres Sul.

Posteriormente, porém, chamou-se a si própria Um Seti, a reencarnação de uma mulher que servira na corte do rei Seti. A sua estranha viagem ao passado distante, que descreveu em 1973, começou em criança, depois de ter dado uma queda numa escada, em consequência da qual foi declarada morta pelo médico da família. Quando este, que saíra em busca de uma enfermeira para amortalhar o corpo da suposta defunta, regressou, encontrou a criança viva e bem disposta.

Pouco depois, Dorothy começou a esconder-se sob as mesas e os móveis. Confundia os pais pedindo-lhes que a «levassem para casa». Um dia, foi com eles ao Museu Britânico onde, nas Galerias Egípcias, revelou um comportamento de louca.

Sem qualquer razão aparente, começou a beijar os pés das estátuas, agarrando-se aos sarcófagos e gritando, numa voz que a sua mãe descreveu como «estranha e antiga», que queria ficar «com o seu povo». Noutra ocasião, Dorothy viu uma fotografia do templo construído pelo faraó Seti I. Imediatamente declarou a seu pai que aquela era a sua «verdadeira» casa - convicção que nunca abandonou.

Dorothy afirmou que conhecera Seti, que considerava um homem bondoso e amável. À medida que as suas convicções se consolidavam, Dorothy começou a aprender a decifrar hieróglifos no Museu Britânico. Ao professor, a quem a sua facilidade em aprender os símbolos surpreendia, explicou que não estava a aprender uma língua nova, mas apenas a reaprender uma língua que esquecera.

Em 1930 Dorothy casou com um egípcio e foi viver para o Egipto. Chamou o seu único filho Seti e deu-se a si própria o nome de Um Seti - mãe de Seti.

Durante 20 anos trabalhou como assistente em pesquisas arqueológicas. Em 1952 fez a sua primeira peregrinação a Abydos, o local do templo de Seti e do túmulo do Deus Osíris.

Embora não soubesse ler o egípcio moderno, quando o combóio em que seguia parou junto a uma série de montes calcários, não teve qualquer dúvida de que chegara ao seu destino.

Dorothy descreveu a sua primeira visita ao templo como um «regresso ao lar». Em 1954 regressou a Abydos, onde se estabeleceu definitivamente. Ajudava a cuidar do templo e orava diariamente a Osíris - o que a converteu na única devota viva desta divindade.

Em 1973 obteve permissão dos conservadores do templo para, quando morresse, ser enterrada nos terrenos do templo, a que chamava a «sua casa».

Mas a crença na reencarnação não é de forma alguma um caso isolado. Muitas pessoas experimentam, em determinados momentos, a sensação de terem anteriormente realizado algum acto ou estado em algum local sem conseguirem explicar como nem quando.

Em 1956, durante uma sessão de 2 horas com o hipnoterapeuta Arnall Bloxham, de Cardiff, uma adolescente inglesa, Ann Ockenden, começou subitamente a falar de uma vida anterior, numa terra onde o povo se marcava com cicatrizes e ornava com dentes de animais.

Outra das clientes de Bloxham afirmava ser a filha de Carlos I e da rainha Henriqueta Maria. Embora esta mulher anónima não tivesse estudado História, descreveu pormenorizada e exactamente a corte do rei Luís XIV de França, onde ela e o seu «irmão» Carlos II tinham vivido no exílio.

Arthur Guirdham, um psiquiatra inglês, registou a história de uma mulher a que chamou a Sr.ª Smith.

Desde a sua adolescência, a Sr.ª Smith sonhava repetidamente com uma vida anterior em que fora mulher de um pregador francês da seita albigense do século XIII. Os albigenses, ou cátaros, eram uma seita herética cristã que a Inquisição perseguiu violentamente. Segundo a História regista, os pregadores e adeptos cátaros foram, na sua maioria, mortos durante um massacre. E o pesadelo mais pavoroso da Sr.ª Smith era o de ser queimada amarrada a um poste.

Embora nada soubesse sobre os cátaros, a Sr.ª Smith descreveu em 1944 os trajes que estes usavam como túnicas verdes ou azuis - o que corresponde à verdade."

 

O grande livro do maravilhoso e do fantástico

Selecções do Reader's Digest

 

Boa 6.ª feira 13 para todos e, se virem um gato preto a cruzar o vosso caminho não se metam com ele: é uma valente seca para o gato estar a aturar-vos e, se ele se chatear muito e for arisco, pode ser um azar para vocês. Por via das dúvidas, tenham exactamente as mesmas precauções se o gato for branco ou de qualquer outra cor. Os gatos agradecem!

Ah, e fiquem descansados com as escadas que elas estão em greve. Já pessei por baixo de uma escada hoje e ela não me caiu em cima. Posso afiançar que pelo menos aquela escada é segura.

publicado por bonecatenebrosa às 14:09
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Quinta-feira, 5 de Julho de 2007

Que mimo! Miau...

Não tenho palavras! Que coisas mais fofas!

http://www.youtube.com/watch?v=0WdmIdgBj6A

http://www.youtube.com/watch?v=wNv74rvkAw8&NR=1

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publicado por bonecatenebrosa às 13:38
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Domingo, 20 de Maio de 2007

Somos tão fofos!

A minha irmã, que eu carinhosamente acabei de decidir chamar de bonecagraciosa, encontrou este site amoroso que convido todos a verem.

http://www.persiankittenempire.com/

Se não gostarem de gatinhos, paciência. Coloquem um comentário a dizer qual é o animal de que gostariam de ver fotos fofas e esperem até eu as encontrar.

Bom fim de semana.

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publicado por bonecatenebrosa às 16:02
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Domingo, 29 de Abril de 2007

Um verdadeiro derby

Esqueçam tudo o que pensam que sabem sobre as novelas da vida real. Esqueçam o que pensam que sabem sobre as novelas da ficção. Esqueçam o Boavista-Porto ou o Benfica-Sporting. Um derby verdadeiramente emocionante é transmitido na SIC, aos Sábados das 12 às 13 horas, e chama-se Big Cat Diaries.

É um programa sobre grandes felinos (ou gatinhos grandes como eu prefiro chamar) em que o Jonathan, a Seba e o Simon acompanham as vidas de chitas, leopardos e leões. O episódio de ontem foi particularmente interessante porque dois babuínos dos infernos estavam a tentar apanhar uma chita bebé, enquanto a mãe dela a tentava proteger.

Para terem uma ideia melhor daquilo que estou a falar, eu explico. Isto são chitas bebés:

  

Como vêem são amorosas, têm olhinhos meigos, pelinho fofo e dá vontade de as agarrar e enchê-las de mimos. Em compensação, isto é um babuíno do demónio:

  

Não é particularmente simpático e, apesar de eu achar que devemos proteger os animais de uma maneira geral e, em particular, os que estão em vias de extinção, se eu visse isto a atacar uma chita e tivesse uma pedra, arma de dardos tranquilizantes ou, à falta de melhor, uma espingarda, não pensava duas vezes.

O que torna o documentário tão interessante, para além das imagens, é o envolvimento dos narradores. Neste caso, o Jonathan estava nitidamente em sofrimento e penso que ele só não fez aquilo que eu faria porque estava a ser filmado.

De qualquer modo, ainda não sei se a chita bebé consegue escapar ou não, mas irei ficar esclarecida no próximo episódio. Isto sim, é emoção pura!

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publicado por bonecatenebrosa às 13:39
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